O caso de uma recém-nascida encontrada em uma sacola em Piraquara chama atenção para os caminhos legais disponíveis para mulheres que não desejam ou não têm condições de exercer a maternidade. Sobre o assunto, a CBN conversou com Gisele Castanheira dos Santos, psicóloga judiciária da Vara da Infância e Juventude do TJPR, que explica como funciona a entrega voluntária para adoção, o acompanhamento oferecido pela Justiça, as garantias de sigilo e proteção à gestante e à criança, além do processo de adoção e do funcionamento do aplicativo A.DOT no Paraná.
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